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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Educação vai ser integral em Itaguaí

Depois de polêmicas e confusão mesmo na bancada favorável ao governo, Câmara aprova projeto do vereador Genildo Gandra (PDT) que estipula progressão do regime das escolas municipais

Não foi fácil para o vereador Genildo Gandra, do PDT. A ideia do vereador era aprovar seu projeto para instituir a educação integral em Itaguaí há mais ou menos três sessões legislativas. Mas houve certo tumulto para incluir o projeto na pauta. O pedetista pediu oralmente ao presidente Nisan César (PSD), na última sessão, que incluísse seu projeto de lei na pauta, mas Nisan – que fez um mea culpa, reconhecendo o equívoco – esqueceu mais uma vez. Isso gerou mais um protesto e foi útil, porque finalmente Gandra conseguiu emplacar a lei 3.322.
Agora, à espera da sanção do prefeito em exercício Weslei Pereira, a educação municipal terá que, até o ano de 2020, contar com 30% da rede pública da cidade com o regime de tempo integral. Na prática, significa manter crianças e jovens mais tempo nas escolas, com várias atividades complementares com esportes, cultura etc. Mas há questões ainda não decididas que provocaram certa confusão na sessão de ontem, antes da aprovação dos pareceres das comissões de Justiça, Finanças, Cultura e Educação.

Márcio Pinto, à esquerda, discute com Genildo Gandra: aprovação da lei da educação integrada acrescenta mais responsabilidades na condução da política educacional no município. (Foto: Welington Campos)
Márcio Pinto, à esquerda, discute com Genildo Gandra: aprovação da lei da educação integrada acrescenta mais responsabilidades na condução da política educacional no município. 

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